Governo do Estado do Rio de Janeiro, Secretaria de Estado de Cultura, Lei Estadual de Incentivo à Cultura e VIVO apresentam:
SHOWS
PERFORMANCES
CANÇÃO EM DEBATE
20 A 23 de ABRIL 2018
RIO DE JANEIRO

CANÇÃO EM DEBATE

 

 

MESA DE DEBATE

 

 

| Sábado

 

 

Tatiana Bacal
Braulio Tavares
Hugo Sukman

Mesa 1: As matrizes da canção popular, a repaginação pela chamada MPB e sua popularização

Com Tatiana Bacal, Bráulio Tavares e Hugo Sukman
Data: 21/04 (sábado)
Local: CRAB - Auditório (Praça Tiradentes, 69 ao 71)
Horário: 11h às 12h30
Entrada franca – sujeito à lotação

O processo complexo de formação, consolidação e modernização da música brasileira faz de gêneros nascidos no Brasil das camadas mais populares como o samba e o baião, matrizes fundamentais do que se convencionou chamar MPB a partir da década de 60. Os temas naturalmente abordados em poesia nesses gêneros recebem outro acabamento e as melodias recebem influência da modernidade dos acordes que soavam na bossa nova. Em um momento de declínio da música popular tradicional no mundo, a música brasileira vive tempos férteis em sua criação, produção e consumo. As matrizes da canção popular, a repaginação pela chamada MPB e sua popularização são os temas da mesa composta por Braulio Tavares, Hugo Sukman e Tatiana Bacal.

Hugo Sukman - MPB: herança ou maldição, uma exceção brasileira
Tatiana Bacal - Sonoridades em trânsito: do Brasil à globoperiferia. O que surge a partir dos 1990 no cenário da música popular no Brasil? Do Brasil-Nação como tema para as diversas leituras, tensões e relações entre o global e local: os casos do manguebit, funk carioca e rap paulista
Bráulio Tavares – A peleja do verso com a melodia



Elisa Lucinda
Leo Morel
Ricardo Teperman

Mesa 2: Quais os novos caminhos da nossa música, novas abordagens aos tradicionais gêneros, novos questionamentos e discursos, novas narrativas?

Com Elisa Lucinda, Leo Morel e Ricardo Teperman
Data: 21/04 (sábado)
Local: CRAB - Auditório (Praça Tiradentes, 69 ao 71)
Horário: 14h às 15h30
Entrada franca – sujeito à lotação

Do repertório clássico consolidado na nossa música da primeira metade do século 20 por compositores como Noel Rosa, Ary Barroso e Dorival Caymmi, até a fase de modernização da MPB, com autores como Chico Buarque, Tom Jobim, Caetano Veloso e Gilberto Gil, a diversidade de gêneros musicais, discursos poéticos e narrativas de nossa música é uma de suas marcas. Nos últimos anos os gêneros mais reproduzidos passam a ser outros, diferentes do que se ouvia até o final da década de 70, a veiculação passa por outros suportes, os questionamentos passam a ser outros. Quais os novos caminhos da nossa música, novas abordagens aos tradicionais gêneros, novos questionamentos e discursos, novas narrativas? Esse é o tema da mesa composta por Elisa Lucinda, Leo Morel e Ricardo Teperman.
Ricardo Teperman>>> Tema da fala: Rap e canção na crise da democracia

Leo Morel - Difusão de suportes digitais de veiculação musical e dos questionamentos surgidos a partir disso
Elisa Lucinda – Música para não dançar




 

 

| Domingo

 

 

Antônio Nóbrega
Nei Lopes
Viviane Mosé

Mesa 3: O diálogo entre vocação brasileira para a ginga e a síncope, e a formalidade da poesia tradicional

Com Antônio Nóbrega, Nei Lopes e Viviane Mosé
Data: 22/04 (domingo)
Local: Auditório do Museu de arte do Rio - MAR . Praça Mauá, 5, Centro
Horário: 11h às 12h30
Entrada franca – sujeito à lotação

Do lirismo da modinha do século XVIII ao rap, as letras na música popular brasileira abordaram um sem número de padrões, temas e olhares. As formas mais tradicionais de poesia são replicadas e desconstruídas. Na formalidade e a flexibilidade, o masculino e o feminino dialogam nas produções contemporâneas da poesia feita para a música. Como uma maior vivência da poesia popular pode influenciar no panorama atual da composição? O diálogo entre vocação brasileira para a ginga e a síncope, e a formalidade da poesia tradicional é o tema da mesa com Antônio Nóbrega, Nei Lopes e Viviane Mosé.

Viviane Mosé - “Música brasileira e poesia, a excelência de um encontro”.
Nei Lopes - “A tradição oral nos versos do Partido-Alto”.
Antônio Nóbrega - “Erudito e Popular: pátria e mátria”.



Heloísa Starling
Renato Terra
Zuza Homem de Mello

Mesa 4: A força dos festivais, a música e a metáfora na época da censura

Com Heloísa Starling, Renato Terra e Zuza Homem de Mello
Data: 22/04 (domingo)
Local: Auditório do Museu de arte do Rio - MAR . Praça Mauá, 5, Centro
Horário: 14h às 15h30
Entrada franca – sujeito à lotação

Durante os áridos anos da ditadura militar no Brasil a produção do nosso cancioneiro teve um dos seus momentos mais profícuos. A canção de protesto direto ou velado, a necessidade de se falar em metáfora e repensar o Brasil foram potencializadas pela censura. Artistas descobrem nas frestas a oportunidade de veicular suas ideias e lutar contra o autoritarismo. Nesses anos os festivais da canção transmitidos pela TV se tornam o veículo ideal para escoar a produção musical, criar polêmicas, e definitivamente popularizar o que começava a se chamar de MPB. A força dos festivais, a música e a metáfora na época da censura são os temas da mesa composta por Heloísa Starling, Renato Terra e Zuza Homem de Mello.
Renato Terra >>> Tema da Fala.
O festival da Virada. Como o festival da Record de 1967 mudou os rumos da MPB. Antes, havia uma divisão estética, musical e política entre Jovem Guarda e a MPB tradicional. Em 1967, com o surgimento do tropicalismo, essa divisão deixa de fazer sentido. O protesto contra a ditadura é potencializado pelo comportamento libertário, pela implosão das regras que o tropicalismo propôs.

Zuza Homem de Mello - A força dos festivais, a música e a metáfora na época da censura.
Heloísa Starling - Os usos da sabotagem: como o compositor popular enfrentou a ditadura.




Paulo da Costa e Silva

Mediador das mesas: Paulo da Costa e Silva

Paulo da Costa e Silva é músico e professor do Departamento de História e Teoria da Arte - UFRJ. Foi diretor da Rádio Batuta (Instituto Moreira Salles), onde desenvolveu documentários sonoros sobre grandes nomes da música popular brasileira. Foi colunista musical do site da Revista Piauí, e é autor do livro "A Tábua de Esmeralda e a pequena Renascença de Jorge Ben" (Editora Cobogó, 2014).

 

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